“DAS UNHEIMLICHE” E “CORALINE”

Trabalho elaborado na disciplina de “Fundamentos Psicanalíticos de Sigmund Freud: a Segunda tópica”, requisito para aprovação no curso de especialização em Psicanalise da Faculdade Pitágoras. 2018.

Após a leitura e discussão de estudos de Freud relacionados a segunda tópica, foi proposto que se escolhesse um desses textos para que fosse relacionado a algum tema de preferencia, que conforme apresentado no título, refere-se filme de 2009, do gênero fantasia e animação em stop-motion: “Coraline”.

Dentre os temas estudados, um dos que mais chama a atenção é Das Unheimliche (FREUD, 1919), traduzido pela editora Companhia das Letras como “O Inquietante” e publicado no ano de 2010, no Volume 14 das Obras Completas de Freud. Nesse texto, inicialmente Freud faz uma breve analise do significado da palavra Unheimliche, que segundo ele, apresenta traduções pouco satisfatórias para outras línguas.

Entende-se que o prefixo Un indica algo que seria contrário/oposto/antônimo, a algo que seria então familiar/conhecido. “O inquietante é aquela espécie de coisa assustadora que remota ao que é há muito conhecido, ao bastante familiar.” (FREUD, 1919, p. 331). Desenvolvendo essa ideia, o autor acrescenta que “Heimliche seria tudo o que deveria permanecer secreto, mas apareceu.” (FREUD, 1919, p. 338)

Freud enumera ocasiões em que esse sentimento inquietante pode ser apontado. A primeira delas seria em situações que remetem a castração, ilustrada por Freud através do Conto “O Homem de Areia”, no qual o personagem que da nome a história, rouba os olhos das crianças mal criadas que não querem ir dormir, temor que atormenta o personagem Nathaniel desde a infância. Segundo Freud, existe uma relação entre o medo relativo aos olhos e a castração.

Outra situação também ilustrada no conto acima citado, faz referencia ao automato, que olhando de longe não se sabe se é ou não uma pessoa. Ou seja, “é desperta uma incerteza
intelectual de que algo seja vivo ou inanimado” (FREUD, 1919, p. 338).

Freud também faz referencia a ideia de “Duplo”, afirmando que a existência de sósias ou até mesmo a presença de pessoas com o mesmo nome, poderiam causar um estranhamento, fazendo pensar na possibilidade de especie de telepatia ou talvez causasse uma incerteza sobre o próprio Eu e sobre seu lugar.

O “constante retorno do mesmo” que Freud exemplifica mencionando a situação de estar perdido em algum lugar e, na tentativa de fugir, “andar em círculos”. A simples apreciação dessa possibilidade já se torna causa de estranhamento.

Analisando o texto “O Inquietante” e pensando os temas e situações em que essa teoria poderia ser observada, o filme de animação “Coraline” baseado no livro de mesmo nome, do autor britânico Neil Gaiman, se faz um exemplo impar de Unheimliche.

Na animação, a personagem Coraline, uma menina que acaba de se mudar, se mostra pouco satisfeita com a pouca atenção que seus pais tem lhe dado. Na nova casa, ela descobre uma especie de portal, que leva a uma mundo paralelo muito parecido com o seu. Nesse lugar, ela encontra um “duplo” da sua vida: uma cópia da sua casa, de seu amigo e até mesmo seus pais parecem estar lá. Eles parecem “melhores”, mas causam estranhamento as pequenas diferenças: as pessoas tem botões no lugar dos olhos.

Esse filme parece ilustrar bem a teoria apresentada por Freud em “Das Unheimliche” (1919), percebe-se a representatividade da castração através da perda dos olhos, a existência dessas cópias, a incerteza se estão vivas ou não, a tentativa de fugir desse lugar e “dar a volta ao mundo” retornando ao ponto de partida e muitos outros fatos que, da forma como se apresentam, são capazes de causar estranhamento até mesmo no espectador.

Assim, talvez seja preciso reviver esse tipo de situações para tentar entender o que Freud quis dizer com “Das Unheimliche”, assistindo ao filme e experimentando esta sensação inquietante.

REFERÊNCIAS

FREUD, S. O Inquietante (1919). in Obras Completas volume 14. História de uma neurose infantil: (o homem dos lobos): Além do princípio do prazer e outros textos. (1917- 1920). São Paulo: Companhia das Letras, 2010

Filme de animação Coraline. Direção: Henry Selick, Roteiro‎: ‎Henry Selick. Baseado em‎:
‎Coraline de Neil Gaiman. UNIVERSAL PICTURES EUA, 2009. Disponível em.
<https://www.netflix.com/watch/70105599?trackId=13752289&tctx=0%2C0%2Cd08d3a870
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Gestação

Sinto que, sem saber, me preparei a vida toda por este momento.

Já estou no sétimo mês. Na primeira consulta a médica disse que eu deveria aproveitar, porque 9 meses passam rápido. Difícil pensar que passar assim no início… mas até que está sendo rápido mesmo. Apesar disso, tem momentos que fico sim ansiosa para que o mês de abril chegue logo.

São tantas coisas em minha cabeça! Meu Deus! Nem consigo descrever!

Dizem que durante a gestação os sentimentos ficam a flor da pele… parece que comigo isso aconteceu mesmo.

Não há como negar… não me sinto mais como antes… as vezes fico um pouco lenta, quieta. Em outros momentos, fico mais agitada, deve ser a tal ansiedade, ela vem mesmo!

Antes, a gente pensa… “quando engravidar, vou tricotar sapatinhos fofos e pintar fraldinhas”. Mas já estou no 3 trimestre e não fiz nada de artesanato… o ursinho de amigurumi é o único que acho que vou conseguir terminar, mas o processo está tão lento que acho que ele está sendo “gestado”….

Hoje lembrei do blogue, não poderia deixar de alterar o subtítulo nessa etapa tão especial.

Pensei em tentar ler e resenhar ao menos algumas partes de um livro que gostaria muito de estudar: “A criança e o seu mundo” de D. W. Winnicott, mas confesso que ler sobre o tema está um pouco difícil.

Sinto que viver/sentir este momento é muito mais precioso que qualquer livro. Como disse a Clarisse Lispector, “…viver ultrapassa todo entendimento”!

De qualquer forma, registrar essas emoções parece importante, e não poderia ser em outro espaço, senão neste blog, onde tenho guardado os registros de experiências de aprendizado.

Então, como espero escrever ainda mais…

Até o próximo! 😘

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SOBRE O MODELO DE MENTE PROPOSTO POR BION ¹

¹Trabalho apresentado como requisito para aprovação no módulo “Bion, conceitos fundamentais” do curso de especialização em Psicanálise da Faculdade Pitágoras. de Uberlândia, 2018.

O psicanalista inglês, Wilfred Ruprecht Bion (Mathura, 1897 — Oxford, 1979) apresenta uma produção inovadora que revela seus sólidos conhecimentos científicos em diversas áreas. Propõe, também, uma expansão sensível para o momento do encontro psicanalítico, revelando a vivacidade envolvida nos fatos, com o objetivo de apreender a realidade o quanto possível. (ANDRIATTE)

WRBion

  1. Introdução

Dias e Vivian (2011) em um estudo sobre a teoria de Bion afirmam que “para pensar não basta querer, é preciso aprender a pensar a partir das experiências”, mas para isso é preciso estar disposto a viver o que elas chamam de “o inesperado, a surpresa do estranho, do novo, do desconhecido”.

De certa forma, a teoria de Bion se torna esse novo, desconhecido, que faz com que seja necessário colocar a mente em funcionamento através da experiência de leitura e também das aulas sobre o autor.

O presente trabalho, resultado dessa experiência de abstrair e desenvolver conceitos, tenta apresentar o modelo de mente criado por Bion e sua aplicação no trabalho da clínica com os pacientes.

  1. O modelo de mente proposto por Bion

Para compreender melhor a mente, ou seja, o “aparelho para pensar”, Bion utiliza modelos matemáticos, biológicos e místicos, dentre outros, através de histórias, metáforas, equações, etc. (ZIMERMAN, 2004, p.49)

Bion ( defende que a pessoa nasce com uma “proto-mente”. Através das relações, o inconsciente é fundado e a mente se desenvolve. Sendo que esta, se divide em duas zonas: “mentalizada” (parte não psicótica da personalidade) e “não mentalizada” (parte psicótica da personalidade).

A parte não psicótica da personalidade se assemelha ao que já havia sido descrito por Freud e Klein em seus modelos de mente. Considera-se a existência de divisões dessa parte da mente: consciente, pré-consciente e inconsciente (separados pelas barreiras que atuam na censura e no recalque), além disso, é representado o id com atuação inconsciente e do ego e do superego interagindo nas três instâncias.

Na parte psicótica da personalidade, ou parte não mentalizada, destacam-se os elementos𝛽 emoções brutas causadas pelo contato com a realidade sensorial não elaborada. Esses elementos podem ser apresentados em forma de acting outs, evacuações, linguagem verbal e não verbal, identificações projetivas, etc. A grande questão que se faz nesse momento, refere-se a transformação dos elementos𝛽.

Observou que os elementos𝛽 podem ser transformados através relações, para que a realidade sensorial encontre um representante na realidade psíquica. Mas, isso só ocorre nas relações, seja com o bebê e mãe, seja com o paciente e terapeuta.

  1. Utilidade do modelo de mente proposto por Bion para a clínica psicanalítica

Todos os analistas que seguiram a mudança proposta por Bion, adotaram a complexidade de uma direção não determinada, não hermenêutica, não linear, espectral que gerou uma ampliação dos princípios específicos do trabalho analítico. Isso se deu a partir do uso da capacidade negativa, ou a suspensão da memória, do desejo e da necessidade de compreensão, que os fez escutar e falar com seus pacientes de forma diferente. (DIAS E VIVIAN, 2011)

Conforme mencionado nas aulas do curso de especialização em psicanálise, para que a mãe ou o terapeuta possam auxiliar nessa transformação de elementos𝛽, são é necessário que alguns fatores da personalidade estejam presentes. São esses: rêverie, compaixão, nomeação, capacidade negativa, at-one-ment, being, etc. Assim, através da funçãoα os elementos brutos podem ser simbolizados.

Outro fator que pode ser citado como grande contribuição de Bion para a Clínica Psicanalítica é a extraordinária comunicação que ocorre através da identificação projetiva. O psicoterapeuta que tenta entender o que sente durante os atendimentos, visando conter as emoções brutas tornando-as algo nomeável, presta um grande serviço ao seu paciente.

No mais, estar ciente dos processos mentais que ocorrem durante um atendimento, fortalecer os fatores da personalidade que contribuem para a função de psicoterapeuta, torna os atendimentos mais significativos, pois coisas que antes aconteciam e passavam até mesmo despercebido, podem agora ser usadas de forma muito benéfica.

  1. Referências

ANDRIATTE, Aparecida Malandrin. Biografias,  resenha, Wilfred Ruprecht Bion. Disponível em https://www.febrapsi.org/publicacoes/biografias/wilfred-ruprecht-bion/.

BION, W. R.(1967). Estudos psicanalíticos revisados. Tradução: Wellington M. de Melo Dantas. 3 ed. Rio de Janeiro: Imago, 1994.

DIAS, Vera Lucia Linhares; VIVIAN, Aline Groff. Bion e uma mudança de paradigma na psicanálise. Aletheia,  Canoas , n. 35-36, p. 206-210, dez.  2011. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942011000200017&lng=pt&nrm=iso&gt;. acessos em  13 set. 2018.

ZIMERMAN, D. Bion, da teoria à prática. Uma leitura didática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004

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19 de Abril

Nesse 19 de abril, “Dia do Índio”, gostaria de manifestar o que sinto… mas não tenho palavras para descrever.

#Luto! Em todos os sentidos da palavra.

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Reflexões a partir do texto: Ensino de artes visuais: entre pesquisas e práticas, de Luciana Gruppelli Loponte (2012)

Lendo o texto de Laponte um pensamento se faz recorrente em mim: o que será que ela (a autora) deve estar sentindo diante da reforma do ensino médio, proposta e “enfiada” pelo governo do Temer?

Esse querionameto me vem a todo momento durante a leitura, justamente porque a autora fala sobre a necessidade de lutarmos por mais espaço.  E eis que somos multilados por esse “projeto” de reforma.

(Abro esse parentese para esclarecer que, em minha opinião, a reforma da educação é super necessaria.)

Mas vamos a reflexão sobre o texto. Laponte trás um breve panorama sobre as mudanças da LBD (Lei de diretrizes e bases)que em 1996 preve a presença da arte em suas diferentes especificidades (artes visuais, teatro, dança e música) nos Parâmetros Curriculares Nacionais para a educação brasileira. Contudo, Laponte já aponta a falha do sistema, chamada por ela de “retorno da polivalência”, que já era rechaçada desde quando ainda estava em vigor a última LDB (5692/71), e descrito como “o que se traduz atualmente em editais confusos de concursos públicos para professores de artes que precisam atuar igualmente em artes visuais, música, teatro ou dança”. O que não condiz com o que nos é oferecido na licenciatura.

Outro ponto curioso abordado pela autora refere-se aos “argumentos em defesa do ensino de arte”, onte dela cita Tourinho (2002, p.31):

1. aprendizagem da Arte para o desenvolvimento moral, da sensibilidade e da criatividade do indivíduo;

2. ensino de arte como forma de recreação, de lazer e de divertimento;

3. Arte-educação como artifício para a ornamentação da escola e como veículo para a animação de celebrações cívicas ou familiares naquele ambiente;

4. Arte como apoio da aprendizagem e memorização de conteúdos de outras disciplinas, e, finalmente;

5. Arte como benefício ou compensação oferecida para acalmar, resignar e descansar os alunos das disciplinas consideradas ‘sérias’, importantes e difíceis.

Aqui, cabe a nós uma avaliação que justifica a necessidade de aumentarmos, em nível e frequências, nossas reflexões. Será que estamos preparados para defender o ensino da arte?  Qual a consistência dos nossos argumentos? E quanto a nossa motivação para lutar?

Aguardando respostas mais questionamentos…

Desenho de Vinicius Guimarães (https://m.facebook.com/vini.guimaraes.37)

 

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Uma reflexão sobre antropologia e as relações entre os diferentes povos.

O texto de Laplantine (2000, p.37) faz referência ao que seriam os primórdios da antropologia, no contexto das narrativas sobre as navegações que geraram a “descoberta” do Novo Mundo ( séculos XV e XVI), cita a chamada “literatura de viagem” e os relatos dos missionários, além de fazer considerações sobre as relações entre os diferentes povos.
Nesse momento de extrema alteridade, onde estranhos se olharam sem se identificar, teria surgido uma dúvida: “será que são humanos?”
Para sanar essa dúvida os nativos, supostamente, amarravam pedras nos corpos dos navegantes recém chegados em baixo das água, afim de verificar se os corpos desses estranhos iriam apodrecer. Assim, a verificação passava pela via do corpo, enquanto que os espanhóis utilizavam outros critérios (LAPLANTINE, 2000, p.40 apud Lévi-Strauss  1961).
A religiosidade influenciou nos critérios adotados pelos europeus. Era preciso saber se aqueles povos tinham alma. Além disso, a linguagem, vestimentas e hábitos alimentares também foram observados. Mas, aquele parecia, na visão de alguns, um povo “sem roupa, sem rei, sem lei, sem arte…”.
Duas ideologias eram concorrentes. Haviam aqueles que demostravam fascinação por esses estranhos, Sepúlveda, e outros que repudiavam as diferenças, Las Casas. (LAPLANTINE, 2000, p.40).
Pensando sobre essas ideologias, faz-se necessário observar o que permanece ainda hoje. Como o diferente é tratado? Com fascínio ou recusa? Vemos exemplos diretos sobre este tipo de relação no cinema, como no filme ” O Regresso” ( o qual será analisado em uma outra postagem), mas existem exemplos mais sutis, nas relações do dia a dia, quando o diferente é tratado com repúdio ou como atração, com risos e piadas.
Uma cronologia comparativa se faz necessária: a Antigüidade Grega chamava o diferente de “bárbaro”, no Renascimento os povos “descobertos” pelos navegantes são “selvagens”, o século XIX os chama de “primitivos”, e hoje? “Subdesenvolvidos”?!
Diante de tudo isso, é preciso pensar não só sobre o que se vê, mas também sobre o que passa despercebido nas relações do dia a dia. Atenção e análise!

Até o próximo!
Letícia Aparecida Oliveira

Referência: LAPLANTINE, François. Aprendendo antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2000.

imageÍndios tupinambás, gravura do século XVI.

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A Luta Antimanicomial e o Concurso Fotográfico

O “18 de maio visto por diferentes ângulos” é o quinto concurso de fotografia realizado pelo Conselho Regional de Psicologia – Minas Gerais (CRP-MG) para mostrar os diferentes olhares diante das atividades desenvolvidas no estado de Minas Gerais referente ao dia “18 de maio – Dia Nacional da Luta Antimanicomial”. (crpmg.org.br)

Além de divulgar o dia da Luta Antimanicomial, o Concurso Fotográfico estimula as pessoas a participarem das diversas atividades que acontecem na semana do dia 18 de Maio. Pra participar do concurso, o fotógrafo precisa apenas usar a sensibilidade e mostrar seu ponto de vista.

O regulamento diz que as fotos deverão ser tiradas durante os eventos que acontecem em Minas Gerais na ocasião da comemoração do dia da Luta Antimanicomial. Muitas cidades tem eventos agendados para a semana do dia 18 de maio. A programação pode ser conferida no site http://www.crpmg.org.br/GeraConteudo.asp?materiaID=1889. Mais informações sobre o concurso e o edital podem ser acessadas em http://www.crpmg.org.br/GeraConteudo.asp?materiaID=4477.

Câmeras na mão e vejo vocês lá!

Letícia Aparecida Oliveira (Psicóloga/Psicopedagoga)

As atividades em Uberlândia acontecem do dia 18 ao dia 20 de maio:

Semana da Luta Antimanicomial: “Saúde Mental direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios”
Dia: 18 de maio
CAPS Leste: 13h30 – Abertura oficial da Semana da Luta Antimanicomial
Visita à Escola Agrotécnica (Auditório Cícero Diniz – Prefeitura Municipal de Uberlândia)
14h00 – Apresentações Culturais (Clínica Jesus de Nazaré e Grupo Loucos pela Dança)
14h20 – Palestra: “Diretrizes Aprovadas pela IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial e a Situação do Município de Uberlândia”.
15h10 – Apresentações Culturais (CAPS ad PMU, CAPS Leste e UFU)
15h30 – Mesa redonda: “É Preciso Saber Viver – Autonomia e protagonismo dos usuários de saúde mental” (Grupo de usuários da rede de atenção à saúde mental do município)
Dia: 19 de maio
08h30 – “Unidos pela Liberdade” – Manhã Festiva no Parque do Sabiá com brincadeiras, jogos, dança e ações de orientação em saúde.
Tarde – Documentário “Noivas do Cordeiro” (exibição e discussão) – CAPS ad Tibery
19h30 – Exibição e Discussão do documentário “ESTAMIRA” – CAPS AD Luizote
Dia: 20 de maio
Manhã – Capacitação dos profissionais da unidade sobre o funcionamento do serviço de saúde mental – UBS Nossa Senhora das Graças
Dia da Família: Discussão sobre o tema “Luta Antimanicomial” – CAPS Leste
Tarde – Caminhada pelo bairro e divulgação do trabalho do CAPS (folder confeccionado pelos pacientes) – CAPS ad Tibery
Tarde Festiva – CAPS Oeste e Centro de Convivência
16h00 – Jogo amistoso no Campo “A” do Parque do Sabiá – Centro de Convivência X Programa 2º Tempo. Parceria: ADUSMU, Centro de Convivência e Futel
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“4º Encontro Mineiro de Psicologia Escolar e Educacional – Formação e atuação do Psicólogo Escolar nas Gerais”

Na espectariva para a oficina: “Arte na formação do professor e do psicólogo: estratégias e possibilidades.”

ABRAPEE

Caros Associados (as),

Não percam “4º Encontro Mineiro de Psicologia Escolar e Educacional – Formação e atuação do Psicólogo Escolar nas Gerais”, a realizar-se nos dias 30/10/2014 a 01/11/2014, na Universidade Federal de Uberlândia – Campus Umuarama.

As inscrições poderão ser feitas pelo site: http://eventos.fau.ufu.br:8080/participante/index.xhtml?idevento=70

Maiores informações no e-mail empee4@hotmail.com

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Portfólio

O primeiro trabalho de PIPE IV proposto nesse semestre foi a montagem de um portfólio para mostrar um pouco dos trabalhos que venho realizando.

Gostei muito do resultado.

O portfólio é uma possibilidade de olhar para mim mesma. Uma oportunidade de melhorar meu auto conhecimento e quem sabe definir minha poética.

Para quem quiser conferir, aí vai o link: http://leticiaaoliveira.carbonmade.com

Letícia Aparecida Oliveira 
 

Sem título

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